A acessibilidade a cultura em apenas um espaço

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Centro Cultural: Um espaço para diferentes formas de cultura

  Se por um lado podemos encontrar paz num parque, como o parque das árvores, há outros lugares que também proporcionam calmaria. A pedida é cultura. O centro cultural Vergueiro é um espaço totalmente preparado para a cultura, inaugurado desde 6 de maio de 1982, comporta espaço para cinema, biblioteca, teatro, fotografia, recital, exposições artísticas, dança e música. Apesar da quantidade de pessoas que se encontram no local há um silêncio típico de biblioteca e ainda que tenha algum barulho como músicas em determinado espaço, não atrapalha a concentração dos outros lugares. Mas as programações não estão disponíveis todos os dias, é preciso estar atento ao calendário e as atrações através do site: www.centrocultural.sp.gov.br

   Localizado na Rua Vergueiro, zona sul, próximo a Avenida 23 de maio, pode se chegar tanto de ônibus como de metrô, tendo vários portões de entrada. Na biblioteca além de uma vasta variedade de livros, encontram-se também revistas e jornais disponíveis para os visitantes, que podem sentar-se a mesas ou em cadeiras de madeira e pano, para que se sinta a vontade para apreciar sua leitura, é preciso que antes de entrar na biblioteca, guarde sua bolsa ou sacolas que tiverem nas mãos, no guarda volume próximo a entrada da biblioteca. A biblioteca é um bom lugar para estudar, em grupo ou sozinho, um espaço acessível a todas as idades e apto para receber pessoas com deficiência física.

    Outro espaço que podemos encontrar no Centro cultural é sala de leitura infanto-juvenil projetado para receber crianças e jovens com livros apropriados para as respectivas faixas etárias, que funcionam de terça a sexta-feira das 10h às 20h, e aos Sábados e Domingos, das 10h às 18h e a entrada é permita até 30 minutos antes do fechamento, local onde as crianças se divertem, em especial quando músicos cantam e brincam com cantigas de roda.

     O trabalho fotográfico serve de bom recorte da realidade, o índio, as crianças, as danças, a família, a violência, a pobreza são registradas acompanhadas por frases de grandes escritores como Mario Quintana, Clarice Lispector e Henrie Cartier Bresson.

        Notebook, cadernos e livros são encontrados em várias mesas, provando que tanto um quanto o outro podem trabalhar juntos e existir no mesmo espaço e fortalecendo a teoria de que um é complemento do outro. O centro cultural por sua diversidade e ser um espaço amplo que inclui diversos tipos de cultura acaba sendo atrativo, como diz Dulcelaine Nishikaua, mestre em ciências e em engenharia ambiental: “Tem opções, teatro, possibilidade de ver shows, café  bom” e ainda afirma que é um espaço de sociabilização, denotando a importância da cultura para a sociedade.

     Na praça central, onde podem sentar-se nos bancos, ler um livro, ouvir o canto do bem-te-vi ou apenas descansar, há uma escada central que leva até um espaço livre, parecido com outra praça, onde se encontra muitos casais de namorados e pessoas sozinhas, alguns acompanhados de um bom livro, pode também encontrar crianças brincando, já que o espaço permite isso. A vista é inúmeros prédios em todo ao redor, um leve barulho de automóveis, mas nenhum barulho chega a incomodar, é um silêncio diferente, uma tranquilidade que não se encontra em todo lugar.

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