Um giro no relógio, The Clock: salão dos Anos 50 e 60

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Mais um lugar para dançar e se divertir na grande São Paulo.

 

    The Clock rock bar é mais um lugar escondido na grande São Paulo, com espaço para dançar, encontrar pessoas e se divertir, fica na Rua Turiassú, 806, parque água branca próximo ao  Estádio Palestra Itália. Funcionando há cinco anos o local é personalizado como nos anos 50 e 60, até mesmo o rádio e o telefone são dos anos dourados.

 Bar, lojinha de roupa e adereços para se personalizar como na época, pista pra dançar e palco pra banda é apenas algumas das coisas que fazem parte do local. Antes na entrada um balcão os atendentes, um deles é a gerente Renata Rabello, que solicitam o documento e te dão uma ficha para anotar tudo que você consumir dentro do estabelecimento, atenção, não é possível entrar sem RG.

 

    The Clock é um giro no relógio, uma volta no tempo, é o que diz o nome, no local a dança é “rockabily” típica daquela época, onde se dançavam casalsinhos, o local não é apenas uma balada, é o que diz Priscila Siriano, que comemorou seus 22 anos lá e diz que os funcionários e dono do The Clock fazem questão de fazer você se sentir bem mesmo não sabendo dançar e se você não sabe dançar, não se preocupe, antes de começar a festa, o gerente  Giuliano Garbi e uma garçonete, ensinam alguns passos para os iniciantes, cada passo novo vai sendo treinado ao som da música dirigida pelo Dj. Giuliano diz: “naquela época tinha uma coisa chamada cavalheirismo”, brinca, ensinando um passo no qual o homem deve se abaixar para passar por debaixo do braço da moça ao invés de levantar o braço dela. 

Telefone no the Clock também é dos anos 50 e 60

 

     Na parede quadros da Marly Monroe, abajur azul em cada mesa, um globo no alto e um tipo de material no teto que impede o som de sair, evitando assim incomodar os vizinhos. O salão está aberto ao publico todas as sextas e sábados e dois domingos por mês, das 21h até as 4h, nos outros dias fica disponível para eventos fechados com limite de 280 pessoas, nos dias de funcionamento normal pode ser contratado para festas de aniversário, com  limite de 50 pessoas, como convidados, ele também funciona para a galera que simplesmente quer ir dançar ou comer ouvindo um rock ao vivo, crianças também pode entrar acompanhados de maiores de idade, o preço varia conforme o dia. Marcelo Costa Sena comenta: “Isso vicia, mas é um vicio legal”. 

A banda Seedão HD e os destruidores do arquivo

A banda Sheedõ Hd e os Destruidores do arquivo

 

    A aula básica para todos começa as 22h40minh para quem gostar da dança pode fazer aulas de rockabilly no mesmo local, para isso é preciso consultar o site para ver os horários www.theclock.com.br ,mas as aulas tem sido no momento aos sábados na parte da tarde, mas está aberto inscrições para quarta. As aulas são dividida em três módulos, com o valor de R$ 100,000 pelas quatro horas, Priscila Siriano, que fez aula, mas apenas o módulo um, comenta sobre sua experiência dizendo “quando se faz algo com muita vontade e amor faz-se muito bem” e confirma “eu fiz apenas um módulo, sei que não danço como as pessoas de lá, mas dou o máximo de mim, pois é extremamente prazeroso.”   

    Cada dia tem uma banda diferente, Sheedõ Hd e os Destruidores do arquivo, Alex Valenzi & The Hildeaway cats,  studbacker, entre outros, e se você tiver uma banda dos anos 50 e 60 que toca rockabilly também pode fazer parte do The Clock. 

 Na saída é também hora de pagamento, a forma de pagamento pode ser em dinheiro, cheque, MasterCard ou Visa. É um local divertido para quem pegou um pouco da época, mas também para quem gosta da época e das músicas.

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Uma resposta to “Um giro no relógio, The Clock: salão dos Anos 50 e 60”

  1. Marcelo Costa Sena Says:

    Poucas empresas,bares,baladas em geral preocupam-se com a autenticidade e a coerência tal como o The clock. Ao entrar nesse túnel do tempo o clima já te contagia a dançar e compreender que não se trata de números de pessoas ou lotação que demonstram qualidade , mas preservação da cultura dos anos 50 e 60 e atenção ao mínimos detalhes.

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